Toda ruptura, todo estoque parado, toda urgência nasce do mesmo ponto: a operação planeja contra uma previsão em vez de proteger o fluxo do que o cliente realmente consome. A Chain Vision instala o modelo Demand Driven que posiciona estoque só onde ele protege o fluxo e deixa a demanda real puxar o resto — menos ruptura, mais disponibilidade e capital de giro de volta ao caixa, por desenho, não por sorte.
Posicione. Proteja o Fluxo. Maximize o ROI.
Quase toda operação é gerida para parecer eficiente em cada parte: ocupar a máquina, encher o caminhão, bater a meta do setor. O resultado é sempre o mesmo — estoque demais do que não vende, de menos do que vende, e uma equipe que passa o dia apagando incêndio que ela mesma não causou.
A raiz não é falta de esforço. É planejar contra uma previsão que sempre erra, em vez de proteger o fluxo. A Lei de Plossl resume: todo benefício de uma operação vem na velocidade do fluxo de informação e materiais relevantes. Posicione estoque só nos pontos que desacoplam e protegem esse fluxo, deixe a demanda real puxar o resto, e o sistema para de reagir e passa a responder.
É a diferença entre uma operação que vive correndo atrás — e uma que entrega no prazo, com menos capital parado e mais caixa livre no balanço.
Atuamos onde a operação encontra a economia da empresa — transformando velocidade de fluxo em serviço ao cliente, caixa no balanço e um caso defensável diante do conselho.
O DDMRP posiciona pontos de desacoplamento estratégicos e dimensiona buffers que absorvem a variabilidade de demanda e suprimento. A equipe deixa de adivinhar o que é urgente: uma tela de prioridade — verde, amarelo, vermelho — diz o que precisa de atenção agora. Menos ruptura, menos excesso, menos apagar incêndio — e capital de giro de volta ao caixa.
O DDS&OP mantém o modelo calibrado: ajusta buffers, capacidades e políticas conforme o desempenho real e os eventos planejados à frente. Substitui o S&OP lento e refém de planilha por um ciclo decisório orientado a fluxo. A diretoria passa a decidir pelo que faz o fluxo acelerar — não pelo que apenas parece ocupado.
A contabilidade de custos tradicional premia volume e esconde destruição de valor. O Throughput Accounting inverte a lógica: foca no gargalo, mede a geração de caixa por unidade de restrição e expõe os produtos que consomem mais do que entregam. O portfólio fica mais enxuto, mais rentável e mais simples de defender.
Um modelo de engajamento desenhado para provar valor cedo, escalar com disciplina e deixar capacidade instalada na sua equipe — não dependência da consultoria.
Mapeamos pontos de desacoplamento, gargalos, integridade de dados e o impacto financeiro do modelo atual. Entregamos um business case quantificado — em semanas, não meses.
Implantamos o modelo em um segmento estratégico. Risco contido, valor medido em estoque, nível de serviço e capital de giro antes de qualquer escala.
Com a prova de valor em mãos, escalamos para os demais fluxos, capacitamos as equipes e instituímos métricas claras de conformidade e disciplina de execução.
O modelo vira rotina: ajuste dinâmico de parâmetros integrado ao ciclo de S&OP. O sistema passa a se adaptar sozinho — e o retorno continua depois que saímos.
25+ anos · Supply Chain
Executivo de Supply Chain com mais de 25 anos em indústria, especializado em transformar operação em resultado financeiro por meio de planejamento integrado e modelos Demand Driven. Foram 20 anos na Harald, uma das maiores indústrias de chocolate do Brasil, como Gerente Corporativo de Tecnologia e Planejamento — liderando a implantação corporativa de S&OP com SAP IBP e projetos estratégicos de transformação digital.
Desde 2019 dirige o Supply Chain do grupo das marcas Danke Cacau e Noir, onde estruturou a operação end-to-end, da concepção industrial à governança de fluxo — incluindo a implantação completa do SAP S/4HANA e do modelo DDMRP, com redução simultânea de rupturas e de estoques.
A Chain Vision nasce dessa bagagem: uma consultoria que fala a língua do chão de fábrica e a do conselho — e traduz uma na outra.
Em uma conversa inicial, mapeamos onde o fluxo trava hoje e estimamos o ganho de serviço ao cliente e o capital que sua operação pode liberar. Sem compromisso — e com um business case na mesa.